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Musica tradicional da Beira Baixa II

Sábado, 04.01.14

 

As armas do meu adufe

 

 

As armas do meu adufe

São de pau de laranjeira
Quem quiser tocar com ele
Tem de ter a mão ligeira

Quem quiser tocar com ele
Tem de ter a mão ligeira
As armas do meu adufe
São de pau de laranjeira

O rosmanhinhal se queixa
De não ter moças formosas
Subam lá acima à Idanha
Que até as silvas dão rosa

As armas do meu adufe
São de pau de laranjeira
Quem quiser tocar com ele
Tem de ter a mão ligeira

  

 

Aldeia de Monsanto

 

Quando me levanto

Vivo um dia novo
Saio a ver Monsanto
E saúdo o povo.

Minha Beira amada
Nunca me dês pranto
Dá-me o sol amigo 
Que beija Monsanto.

 

REFRÃO:

Na Beira Baixa
Não há canteiro tão belo
Como é Monsanto
À beirinha do Castelo

 


Vou p'rà desfolhada
Levo uma cantiga
Trago uma promessa
Duma jura antiga.

Toco o meu adufe
Canta-se ao despique
Quem é velho abale
Quem é moço fique.

 

REFRÃO:

Na Beira Baixa
Não há canteiro tão belo
Como é Monsanto
À beirinha do Castelo



Tudo em meu redor
São hortas quintais
São milhos serôdios
Vastos olivais.

As ruas sem tempo
Que adoramos tanto
São belo presépio
Dado a Monsanto.

 

 

 

 Castelo Branco

 

 

 

Ó Castelo Branco, Ó Castelo Branco
Mirando o cimo da serra, ai mirando o cimo da serra
Ai, quem nasceu lá p'ra Castelo Branco
Não é feliz noutra terra
Ai, Mirando o cimo da serra.

Eu nasci na beira sou homem pequeno
Sou como o granito bem rijo e moreno.
Eu nasci na beira sou homem pequeno
Sou como o granito bem rijo e moreno.

Lá lá lá lá ......

Meu bem quem me dera 
Nos altos montes
Andar ao sol todo o dia, ai andar ao sol todo o dia
Beber água fresca ai, lá pelas fontes
Cantar como a cotovia
Ai, andar ao sol todo o dia.

Coração da serra, não ama a cidade
Só na sua terra se sente à vontade

Coração da serra, não ama a cidade
Só na sua terra se sente à vontade


Eu nasci na beira sou homem pequeno
Sou como o granito bem rijo e moreno.
Coração da serra, não ama a cidade
Só na sua terra se sente à vontade

 

 

 Chapéu Preto

 

 

 

A azeitona já está preta, a azeitona já está preta,

Já se pode armar aos tordos, já se pode armar aos tordos.

Diz-me lá, ó cara linda, diz-me lá, ó cara linda,

Como vais tu de amores novos, já se pode armar aos tordos.

 

 

[Refrão]

 

É mentira, é mentira,

É mentira sim, senhor!
Eu nunca pedi um beijo,

Quem mo deu foi meu amor! [Bis]

 

 

Quem me dera ser colete, Quem me dera ser colete
Quem me dera ser botão, Quem me dera ser botão
Para andar agarradinha, Para andar agarradinha
Juntinha ao teu coração, Quem me dera ser botão.

 

[Refrão]

 

Ai, que lindo chapéu preto, ai, que lindo chapéu preto
Naquela cabeça vai, naquela cabeça vai,
Ai, que lindo rapazinho, ai, que lindo rapazinho
Para genro do meu pai, para genro do meu pai.

 

[Refrão]

 

 

 

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publicado por VANDOVSKY às 19:25


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