Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013

Chocolate... delicioso manjar!

 

 

 

O chocolate encontra-se envolvido em lendas antigas e é rico do ponto de vista nutricional, além de ser um dos alimentos mais atraentes do ponto de vista organoléptico.

 

As origens do chocolate remontam a épocas anteriores às dos conquistadores do Novo Mundo. Em 4000 A.C. já havia grandes plantações de cacau nos territórios que são actualmente o México e a Guatemala. Os Maias foram os primeiros a cultivar o cacaueiro, dando ao seu fruto um grande valor como alimento e como moeda. Mais tarde os Asrecas continuaram a tradição. Também eles o reconheciam como um presente dos Deuses e tiravam dele grande satisfação. Torravam e moíam as sementes do cacau, misturavam-nas com água, juntavam-lhes especiarias, como malagueta, canela, pimenta ou baunilha (e, por vezes, farinha de milho, a fim de a espessarem), e obtinham uma bebida amarga, de sabor forte, mas muito energética. Chamavam-lhe xocolatl (do nauatle xoco, "amargo", e atl, "água"). Era uma bebida de elite, reservada a governantes e soldados (aos quais conferia vigor), e utilizada para celebrar certos rituais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cristóvão Colombo foi o primeiro europeu a entrar em contacto com o cacau, mas o novo alimento só seria dado como oficialmente descoberto quando Hernán Cortés chegou ao México, em 1519. Ao provar aquela estranha beberagem, descreveu-a assim:


"Quando alguém a bebe pode empreender uma jornada sem sem se cansar e sem sentir necessidade de se alimentar."


Para além do seu elevado valor alimentar, também o valor monetário que lhe atribuíram os Astecas chamou a atenção de Cortés.

 

Ambas as qualidades foram determinantes para que Cortés incentivasse o cultivo da árvore do cacau e o expandisse para outros países; assim, chegou ao Brasil passando pela Venezuela e pelas Antilhas.

 

  

 

 

 

O chocolate seguiu o seu caminho, e entrou em Itália (pela mão dos médicos), em França (onde foi introduzido por Ana das Astúrias, filha de Filipe III de Espanha, depois do seu casamento com Luís XIII), em Inglaterra (adoptado de imediato pelos aristocratas) e Alemanha (levado por um cientista de Nuremberga).
Contudo, por ser tão amarga, a nova bebida não estava ainda adaptada ao gosto europeu. em Espanha era apresentada mais como um produto medicinal do que como um alimento, porque se procurava evitar a todo o custo que se tornasse um hábito entre a população. Havia até limites de consumo aconselhados: beber chocolate apenas de manhã, á tarde e à noite...
De qualquer modo , o amargor não passou de um pormenor de rápida solução, já que ao fim de pouco tempo se começou a adicionar ao cacau a substância que o complementaria para se obter o chocolate: o açúcar.

 

 

 

 

 

 

Quase um século após a sua descoberta, o chocolate adaptou-se definitivamente ao Velho Mundo e depressa começaram a surgir salões onde se podia degustar a nova bebida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bibliografia:

"Paixão pelo Chocolate"

Circulo de Leitores - Outubro 2007

 

 

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publicado por VANDOVSKY às 22:37
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