Sábado, 14 de Abril de 2012

A cerejeira

 

 

 

Da flor aos frutos – a celebração:

a frágil floração anunciando

que na pureza se colora o sangue

que no altar da terra é devoção.

 

Surgiu como a beleza – nos confins

do tempo em que nasceu a primavera:

por isso nela nunca o branco finda

porque o vermelho nele se conserva.

 

 

 

Seu ramos de manhãs tão generosos

dobram-se ao peso da prosperidade,

e felizes nas dávidas dobradas

aguardam bocas ávidas donosas.

 

Renega a dor, a deusa da alegria!

Mitiga sede o leite dos seus seios!

Senhora humilde vigilante dizem

que protege a fartura das colheitas.

António Salvado

sinto-me:
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publicado por VANDOVSKY às 17:18
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1 comentário:
De Existe um Olhar a 16 de Abril de 2012 às 18:52
Lindas as fotos, nunca vi nenhuma ao vivo.

Manu

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